Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

A verdadeira vocação…

Ao que consta a Festa de Passagem de ano na Praça da Republica, organizada pela Câmara de Beja, correu bem. O que vem dar razão aos que no passado tiveram a ousadia de avançar com este tipo de evento (com fogo de artificio e tudo) e dá razão aos que no ano transacto criticaram este executivo por não ter organizado a festa (e não, a falta de dinheiro não é desculpa).

O que me leva a crer que a verdadeira vocação deste executivo é a organização de festas, até porque no resto as coisas não têm corrido lá muito bem.

Veja-se o estado a que o mesmo deixou chegar os serviços de limpeza urbana; A dificuldade que tem tido para reabrir o Jardim Público, uma obra que era para 3 meses e já vai em mais de um ano; O drama que tem sido criar as condições mínimas no novo campo relvado, ou a dor de cabeça que tem sido a gestão de uma simples empreitada de requalificação da Avenida na Salvada.

Pelo que se calhar a organização de eventos é a verdadeira vocação deste executivo.

publicado por bejahoje às 00:24
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6 comentários:
De Anónimo a 4 de Janeiro de 2011 às 09:56
Pois, se calhar é a falta desse grande génio da governação municipal, de seu nome Francisco Santos. O maior político que Beja já conheceu. O governante visionário. O diplomata audaz e arguto. O Homem certo no lugar exacto, que conduziu a cidade (e o concelho) ao apogeu que todos conhecíamos até há um ano atrás. Beja , agora, definha, 400 dias depois do holocausto. Desfeita em lágrimas, chora a perda de tão grande sumidade que deixou órfã toda uma comunidade, que, sem inspiração, se vê perdida nas urdiduras de uma triste e insciente existência. E Beja grita em aflição: volta Francisco, volta PCP, volta...Ou talvez não…
De Anónimo a 4 de Janeiro de 2011 às 17:07
Uma cidade de eventos ou uma cidade de cultura? Qual a mais importante?
De maria a 4 de Janeiro de 2011 às 18:38
Rennie e muito sal grosso em cima de vocês todos!
De anonimo a 4 de Janeiro de 2011 às 23:07
Cuba: 5 ministérios e central sindical iniciam despedimentos


Cinco ministérios cubanos e a central sindical única iniciaram hoje o processo de redução dos funcionários do Estado, num plano que prevê a eliminação de meio milhão de postos de trabalho, indicou a agência espanhola Efe.

Os ministérios de Indústria Açucareira, Agricultura, Construção, Saúde Pública e Turismo foram os escolhidos para começar o «reordenamento laboral», uma das principais medidas aprovadas pelo governo de Raúl Castro para ultrapassar a grave crise económica que asfixia a ilha.

Funcionários de vários destes ministérios confirmaram à Efe o início do processo e adiantaram que este será realizado de forma paulatina, nos próximos quatro ou cinco meses, em função da dimensão e da quantidade de trabalhadores de cada unidade.

Diário Digital / Lusa




De Anónimo a 6 de Janeiro de 2011 às 09:21
Convém, designadamente aos mais apressados em tirar ilações que se informem bem porque não se trata de despedimentos como por cá e por essa Europa fora.
De Anónimo a 7 de Janeiro de 2011 às 21:33
Entao qual é a diferença?

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