Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

“Que baixem a qualidade”

 

Já me tinham contado a história que numa reunião com IPSSs, fornecedoras de refeições a alunos do 1º Ciclo, um elemento do actual executivo forçou estas instituições a baixar o preço das mesmas. Quando alertado para a consequência que esse esmagamento de preços teria inevitavelmente na qualidade da alimentação das crianças, esse elemento do executivo foi peremptório “ Que baixem a qualidade”.  

Na altura não escrevi sobre isto porque não quis acreditar que pudesse ser verdade, hoje verifico que afinal ainda são capazes de nos surpreender.

publicado por bejahoje às 00:51
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23 comentários:
De olha olha a 7 de Dezembro de 2010 às 02:26
O talvez ainda me enganou. Eu pensei que dos 4 ele era o mais sério. Enfim um gajo sério que andava com as pessoas erradas, enfim, enganei-me!

De Anónimo a 7 de Dezembro de 2010 às 23:48
Sr. João Espinho quando no último post afirmou "E ainda querem que a gente vos leve a sério?" na altura referia-se a quem, à CDU ou ao PS? Mas agora pauta pelo silêncio... Ah já sei! O senhor é partidário incondicional do bloco central, independentemente das políticas que se sigam e das suas consequências, o importante é afirmar-se contra os comunistas. É causa para se dizer Aleluia...
De almeida do sacramento a 8 de Dezembro de 2010 às 14:05
Pois, o sr Talvez tem filhos maiores... e não necessitam de comer na escola!
Mas os 4 da vida airada são farinha do mesmo saco. Senão reparem. O sr Pide, perdão, Pulido é um mentiroso compulsivo (deveria consultar um psiquiatra e fazer umas quantas sessões com um psicóologo ); a sra Cristina é uma ignorante a toda a prova (nem contas de somar e subtrair sabe fazer. Ser+a que tirou o curso na Moderna?); o Bobi, também conhecido por Dica Travestida, esse só abana a cabeça quando o chefe fala. O sr Talvez, que andou por outro partido, é o mais traiçoeiro nas palavras. Mas que é isso de refeições de baixa qualidade se ele em casa ou no restaurante (pago com o cartão de crédito do município) come do que é bom e do melhor.
Beja está bem entregue!!!
De Ofendido a 9 de Dezembro de 2010 às 23:57
"Ser+a que tirou o curso na Moderna?)"

Pois fique sabendo que há muito boa gente que bastante labutou e se esforçou para tirar o seu curso precisamente na Universidade Moderna, muitos deles que conseguiram vingar profissionalmente sem "tachos ou jobs" e que não ficam a dever absolutamente nada a qualquer outro aluno de qualquer outra universidade. Ao menos tenha um pouco de respeito por essas pessoas ou será que o ódio que destila tolda-lhe a visão e o discernimento, sua ou seu grande ignorante???
Esta resposta mais não pretende ser do que a defesa de tantos que de uma forma digna se esforçaram para serem alguém na vida e o próprio responsável pelo Blog se continua a demonstrar passividade perante uma observaçao como a que foi feita por aquele(a) ignorante, ao menos que permita a publicação deste post (aliás, como tem permitido, reconheço, a maioria, e bem haja por isso).
De Anónimo a 10 de Dezembro de 2010 às 02:46
Alguém na vida é ter um curso superior? E então os outros, não são ninguém na vida? Este conceito de relação social é, sem dúvida, elitista. Infelizmente na sociedade actual o que interessa não é o que somos, mas a etiqueta que portamos; não é o que somos, mas o que aparentamos ser; não é o que somos, mas o que temos, neste caso, um título académico. Numa sociedade que se prese é melhor "ser do que ter". É melhor ser um bom profissional do que ser um pérfido diplomado. Só a supremacia do ser sobre o ter, enquanto princípio, pode levar-nos a uma sociedade mais justa, valorizando as pessoas pelo que são e não pelo que têm. Uma sociedade sem valores está condenada.
De ofendido a 10 de Dezembro de 2010 às 12:03
"Alguém na vida" é ser uma pessoa digna, com valores, trabalhador, que se esforçou para alcançar os seus objectivos sem que para isso fosse necessário "passar por cima dos outros". Alguém na vida é saber dar valor ao pouco ou muito que tem, consciente que o alcançou com honestidade. E para isso naturalmente não é necessário qualquer curso superior pois quase sempre a própria experiência de vida se sobrepõe a qualquer curso. Mas para que se atinjam esses objectivos, quer pessoais, quer profissionais, for necessário a obtenção de um curso superior pois então porque não há-de ser valorizado? Não seja intelectualmente desonesto e facilmente compreenderá que não quis nem sequer dei a entender qualquer suprmacia daqueles que têm um curso superior. Na parte que me toca, os titulos académicos não me fazem ser mais ou menos do que qualquer outra pessoa, mas que a minha forma de estar, de ser, de viver, fazem-me ao menos acreditar e ter legitimidade para sentir que não sou, pelo menos, inferior a quem quer que seja (mas tão pouco superior). Resumindo, o conceito e ideia são dignos (e correctos) mas a direcção não foi a mais acertada.
De Anónimo a 10 de Dezembro de 2010 às 20:42
No essencial estamos então de acordo. Mas insisto e para responder a uma questão que deixou no ar, designadamente, "obtenção de um curso superior pois então porque não há-de ser valorizado?", tenho a opinião de que é o trabalho, em sentido lato, que deve ser valorizado, independentemente da forma ou conteúdo que possa assumir. Na construção de uma sociedade mais justa o trabalho deve ser entendido como uma forma superior de coesão social, e não de clivagem social, como ocorre nas sociedades actuais. Só o trabalho dignifica o homem, enquanto ser social, por isso, é necessário que seja valorizado. O esclavagismo assentava na subjugação senhorial sobre o trabalho e a própria vida do escravo. No feudalismo a subjugação do trabalho era assumida pelo direito do terratenente sobre o trabalho servo. No capitalismo a subjugação do trabalho é feita a partir do reconhecimento de que os meios de produção estão sujeitos a personificações associadas ao capital, sendo o trabalho considerado como mão de obra transaccionável necessária ao processo de capitalização. Neste sentido, a mão de obra, e não a força de trabalho, é percepcionada como uma "mercadoria" correlacionada com os meios de produção, é por essa razão substancial que o sistema fala de mercado laboral. Não será esta a causa base para a desvalorização, aliás estigmatização, do trabalho? Alegorias populares como "o trabalho é para os escravos", ou "trabalha como um mouro", ou "o trabalho é para os pretos", e com uma carga mais simbólica "o trabalho é para os pobres". são verberações alusivas à consideração do trabalho na sociedade. Naturalmente por uma sociedade subjugada por uma classe dominante que sempre considerou o trabalho como uma abjecção social. Perante esta condição predominante, um curso superior era visto pelas classes dominadas como um meio para ascensão social e desenvolver uma actividade considerada mais nobre no quadro das relações de trabalho. Por isso, é que na nossa cultura se sobrevaloriza o curso superior. Só que na actualidade esta carga cultural é pura ilusão, porque o desenvolvimento técnico e tecnológico veio "banalizar" essas profissões, sujeitando-as às mesma regras das ocupações manuais, tornando-as em meras personificações do mercado, não deixando de assumir, por isso, o simples valor de mercadoria. Infelizmente é assim que o trabalho, agora de forma mais universal e abrangente é considerado. Perante este sistema importa defender a dignificação do trabalho, a prevalência de um trabalho com direitos para, não só responder a uma sociedade mais justa, mas sobretudo para criar condições estruturais motivadoras e incentivadoras de melhores competências sociais. Estas considerações não são meras formulações panfletárias, o assunto é muito sério e vai ser decisivo para as nossas vidas futuras. Há uma noção que já é um dado adquirido, não há valorização do trabalho, sem trabalho com direitos, e estes foram alcançados com lutas e sacrifícios sem conta, alguns até pagaram com a própria vida. Infelizmente, tendo em conta os sinais da actualidade nesta matéria, a humanidade vai ter pela frente, entre outras, lutas muito sérias neste domínio.
De ofendido a 11 de Dezembro de 2010 às 18:04
Sem grandes delongas, enquadramentos e explicações filosóficas, e principalmente, com todo o respeito:

E a obtenção de um curso superior, tirado com esforço, dedicação e empenho e consequentemente muito trabalho, não faz parte do conceito de TRABALHO e consequentemente da valorização (do próprio trabalho) que o senhor invoca e defende?

Perguntei e respondo-lhe desde já que a primeira parte do seu comentário assim me permite tirar essa conclusão ("trabalho, em sentido lato, que deve ser valorizado, independentemente da forma ou conteúdo que possa assumir").

Portanto, qual a questão que eu deixei no ar?

Bom-fim-de-semana
De Anónimo a 12 de Dezembro de 2010 às 04:41
É justamente na interrogação que levanta, que reside o cerne da questão. A valorização a que me refiro não tem exactamente e apenas o significado que ficou subentendido da sua explanação. A valorização do trabalho a que eu me refiro, relaciona-se essencialmente com o reconhecimento social decorrente do respeito pela actividade humana, enquanto factor estruturador de uma cidadania anti-barbarizada, assumindo esta condição, uma forma privilegiada de coesão social e não de clivagem social, como globalmente acontece nas sociedades actuais. Assim, a formação superior relaciona-se mais com a qualificação e promoção de competências inerentes aos dinâmicos processos de organização social do trabalho, em resposta às necessidades laborais em termos da comunidade. Ao se entender que a qualificação é componente decisiva para a valorização do trabalho, abrem-se as portas com facilidade ao estabelecimento de uma hierarquia avaliativa com desfecho na apreciação social do trabalho, dando origem a contextos interpretativos com impactos sociais (e com peso de ordem política) que facilmente instituem a segregação e a descriminação das múltiplas formas de personificação do trabalho. Assim, é conveniente distinguir conceitos. A valorização social do trabalho tem um conteúdo particular e um âmbito que se generaliza, pois transcende a mera categorização da forma e enquadramento prático em que ocorre o exercício da actividade humana no seio da sociedade. A qualificação deve submeter-se à categoria de forma que dá expressão ao exercício laboral, resultante de uma relação estreita no plano da organização social do trabalho e determinada por necessidades objectivadas, em termos técnicos e tecnológicos (e nunca numa perspectiva social para contornar comportamentos desviantes que podem ocorrer na sociedade e que conduzem facilmente à descriminação), para dar resposta às exigências que se colocam ao nível do desenvolvimento social e humano. Foi para fazer este enquadramento, que expus aquilo que você catalogou como explicações filosóficas, quando a intenção não passava de reflectir, eu próprio, e partilhar com outros, assuntos que considero de elevada importância. Naturalmente que o pretexto ocorreu na sequência de um comentário que você produziu. Enfim, que mais não seja fica a intenção.
De Sr. Dr. a 11 de Dezembro de 2010 às 20:35
Ser alguém na vida é saber que se escreve preze e não prese! Ai ai ... sou tão bom lá na minha rua!
De Anónimo a 10 de Dezembro de 2010 às 09:25
Tanta ofensa porquê? Quanto mais se ofendem em regra mais razão dão a quem critica!! Quem tem cursos a sério não perde tempo a ficar ofendido com ofensas (passe o pleonasmo) porque sabe o que realmente vale o que parece não ser o caso do Sr/a Ofendido.

Tenha um bom fds
De ofendido a 10 de Dezembro de 2010 às 12:11
Viva o "racionalismo ideológico"!!! Não vale a pena!!! Nem nas coisas mais simples, mais básicas, são capazes de reconhecer, saber distinguir e dar valor a quem o merece, ou pelo menos saberem estar calados quando deviam. A expressão utilizada ("se calhar tirou o curso na Universidade Moderna") mais não é do que uma ofensa a quem arduamente e de uma forma honesta o fez! Mas pelos vistos nem isso sabem reconhecer (estou a falar da expressão) quanto mais distinguir pois quando toca a atacar vai tudo para o mesmo saco!

Um bom-fim-de-semana para si também.
De Tanas de Albernoa a 12 de Dezembro de 2010 às 19:52
@Ofendido:
Universidade Moderna? Que trampa é essa? Em Beja o que havia era a Dinensino! De onde decorre que todos os diplomas do srs. Dótores modernos de Beja são, em princípio, uma aldrabice, quando não uma enorme fraude à lei a que os Ministérios da Educação têm fechado os olhos... Enfim...
Mas não faça comparações com o que não conhece...
Sem desvalorizar o esforço, a inteligência e o virtuosismo de muitos estudantes que passaram, iludidos, pela Dinensino, sempre lhe direi que, quanto a mim, o logro a que você chama Universidade Moderna é a antecipação pré-socrática da luminosa descoberta do ensino das «novas oportunidades».
De Ofendido a 13 de Dezembro de 2010 às 21:10
Afinal de contas o(a) Tanas de Albernoa ainda ficou mais ofendido(a). Custa não custa?.

Passo a transcrever:

"Pois fique sabendo que há muito boa gente que bastante labutou e se esforçou para tirar o seu curso precisamente na Universidade Moderna, muitos deles que conseguiram vingar profissionalmente sem "tachos ou jobs" e que não ficam a dever absolutamente nada a qualquer outro aluno de qualquer outra universidade."

Por acaso, na sua suprema inteligência e inabalável convicção, consegue vislumbrar a defesa da Universidade Moderna?

Ou melhor dizendo, no alto da sua sabedoria não consegue concluir ou pelo menos deduzir que mais não fiz do que a defesa de todos quanto dignamente tiraram um curso superior nessa Universidade? A menos que o senhor considere que todos quantos tiraram o curso na dita Universidade são mais burros que os outros!

Quanto à comparação, a mesma serviu apenas para valorizar essas pessoas e não menosprezar as outras universidades, mas fique sabendo que em 2004 corria nos corredores de todas as universidades deste Pais aquilo que também acontecia na Católica.

E para terminar, até final do ano de 1995 a Universidade Moderna, propriedade da Dinensino, tinha uma qualidade de ensino e um corpo docente capaz de fazer inveja a muitas outras. E já agora, quer queira, quer não, estava oficialmente reconhecida e habilitada para o ensino superior, logo, não ponha em causa o esforço de tanta gente!

Quanto ao que veio a seguir, não tem nada a ver com ensino, mas não devemos permitir que isso seja motivo para colocar em causa a dignidade e esforço de muitas pessoas e inclusivamente do diploma que obtiveram.

De Tanas de Albernoa a 14 de Dezembro de 2010 às 08:09
Meu caro Ofendido:
A mim não me custa nada e até já tenho lucrado com a espantosa «sapiência» de alguns dos seus colegas de escola! Você é que, na sua suprema inteligência conseguiu ler no meu comentário que eu estava a contestar uma sua qualquer defesa da dita e inexistente adjectivação da Coop Dinensino .
Você é que insinua que todos os que cursaram na Coop Dinensino possam ser mais burros que os outros (não esclarece é quem são os outros). Ora leia lá bem o que escrevi porque já me está a parecer que você está a pender perigosamente para o lado dos que necessitam de uma reciclagem em língua portuguesa: o que eu ponho em causa é o valor, a qualidade do ensino da Coop . Dinensino em Beja e faço-o com conhecimento de causa decorrente do que ouvi de alguns que aí leccionaram e do que agora vou vendo por aí... Não confundo é, como o sr . pretende que faço, (repito) o esforço, a inteligência e o virtuosismo de muitos estudantes que passaram, iludidos, pela Dinensino , com a qualidade do corpo docente...
Siga o meu conselho: fale do que conhece!
De ofendido a 14 de Dezembro de 2010 às 20:27
Começa:

"...De onde decorre que todos os diplomas do srs. Dótores modernos de Beja são, em princípio, uma aldrabice, quando não uma enorme fraude à lei a que os Ministérios da Educação têm fechado os olhos... Enfim..."

Continua:

"... e até já tenho lucrado com a espantosa «sapiência» de alguns dos seus colegas de escola! "

E eis que chega a contradição

"... Não confundo é, como o sr . pretende que faço, (repito) o esforço, a inteligência e o virtuosismo de muitos estudantes que passaram, iludidos, pela Dinensino , com a qualidade do corpo docente... "

Afinal em que ficamos?

Tem a certeza que conhece mais do que eu? Então fique lá com a sua certeza que eu fico com a minha.


De Tanas de Albernoa a 14 de Dezembro de 2010 às 08:37
@ofendido:
veja aqui:
http://www.mctes.pt/?idc=15&idi=1866&idt=

Começa assim:
«Por despacho, de hoje, do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, foi determinado o encerramento compulsivo da Universidade Moderna de Lisboa e dos cursos que a sua entidade instituidora, a DINENSINO, tem em funcionamento em Beja e Setúbal.»

Basta-lhe?


De ofendido a 14 de Dezembro de 2010 às 20:34
"E já agora, quer queira, quer não, estava oficialmente reconhecida e habilitada para o ensino superior, logo, não ponha em causa o esforço de tanta gente!"

Mentira???

"Quanto ao que veio a seguir, não tem nada a ver com ensino, mas não devemos permitir que isso seja motivo para colocar em causa a dignidade e esforço de muitas pessoas e inclusivamente do diploma que obtiveram."

Não concorda?

Quer que lhe diga quais foram as outras que também encerraram?

Quanto à qualidade de ensino:

"E para terminar, até final do ano de 1995 a Universidade Moderna, propriedade da Dinensino, tinha uma qualidade de ensino e um corpo docente capaz de fazer inveja a muitas outras."

Admito que tenha opinião diferente, mas outras haveria que teriam menos qualidade e outras mais.

Mas afinal o senhor é que sabe tudo.

Independentemente das discordâncias e da "aparente" agressividade, sem qualquer ponta de ironia e muito sinceramente desejo votos de um Santo Natal e de um próspero Ano Novo, para si e para aqueles de quem mais gosta.
De Tanas de Albernoa a 16 de Dezembro de 2010 às 09:35
Porra, que você é dado a confusões e a palavras cruzadas!
Percebi tudo, meu caro! Percebi claramente que você está do lado dos que estudaram na Dinensino! Você é que não percebeu: Não pode chamar Universidade Moderna a essa fraca imitação da Dinensino que se instalou em Beja, para esfolar alguns cidadãos de boa fé e cheios de boa vontande que ambicionavam ir mais longe, e lhes vendeu gato pos lebre! É claro que isto pode acontecer porque estamos no país do engenheireiro e dos outros que o antecederam, a trampa é igual à excelência. Por isso, chega pa lá, como dizem os brasileños!
Nota: Agradeço os votos de Natal (sem o santo, porque o único santo que alguma vez venerei foi o do policial televisivo) e de Ano Novo (sem o próspero porque o engen heireiro já tratou da saúde à properidade do nosso Povo).
Nota 2: Não lhe mando uma caixa de róbalos prá ceia, porque não encontrei nada na lota para róbalar!
De o não troca tintas a 9 de Dezembro de 2010 às 19:16
Gostaria de saber saber se os filhos destes srs. também comem na escola pública, a porcaria que querem dar ás crianças, mais gostaria de saber a que horas chegam as refeições ás escolas no caso de serem feitas fora de Beja, que ao que tudo indica assim será, as escolas teem condições para aquecer as refeições nas escolas?, ao que me parece as crianças começam a comer ás 12 h e devem de acabar á hora de saírem pois algumas escolas teem microndas domésticos,
De almeida do sacramento a 10 de Dezembro de 2010 às 22:56
Peço desculpas a quem se ofendeu. Não me referi à generalidade dos licenciados pela Moderna. Como sabe, houve diplomas comprados.
De ofendido a 11 de Dezembro de 2010 às 17:55
Se houve diplomas comprados desconheço. Provavelmente foi na altura em que um certo senhor que trabalhava ali para a praça da república lá andava a estudar. Na parte que me toca, tirei o curso ainda antes das noticias das armas, dos diplomas e de outras coisas, mas que é tão válido quanto os outros tirados depois mas que não foram comprados já que o meu, garanto-lhe, também não foi. A menos que se entenda por "comprados" todos aqueles que para o tirarem tiveram que pagar mensalidades altissimas mas isso não foi nem é apenas na moderna, aliás até nas estatais assim acontece, tal o valor em que estão as propinas! Assim sendo, neste Pais, qualquer curso superior é comprado, com a única diferença que uns são mais caros do que outros. Mas já agora, quanto a diplomas comprados, também (provavelmente) os houve na Independente e até na Católica.
Pela minha parte está desculpado.

Bom-fim-de-semana
De Digam-me cá a 13 de Dezembro de 2010 às 15:42
O talvez andou noutro partido? Não sabia desta!
Estes PS afinal não são assim tão virgens. O Pide andou no PCP agora fica-se a saber do talvez...

Isto está bem entregue aos bichos. Em 2013 vemos...

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