Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010

Purga???

Eu sei que muitos têm utilizado a palavra “purga” para caracterizar isto.

Imagine caro leitor que este episódio se passava no PCP, faz ideia de quantas horas de emissão de televisão, rádio, páginas de jornais, post em blogs e comentários que isto iria dar?

No entanto há uma questão para mim que é muito clara, o acto de adesão a um partido politico é um acto livre, da mesma forma que o acto de se desvincular. Porém a aceitação e o cumprimento integral dos estatutos, é condição sine qua non  para continuar na condição de militante.

publicado por bejahoje às 00:26
link do post | comentar | favorito
19 comentários:
De Anónimo a 13 de Agosto de 2010 às 01:41
Vocês comunistas serão loucos ou apenas vos dá jeito parecê-lo? Dois factos: 1º - o PS expulsou, naturalmente, militantes que concorreram em listas opositoras ao partido - normal; 2º - O PCP expulsa autarcas e outros eleitos pelo voto democratico que se recusam a subjugar os interesses de quem os elegeu aos interesses do PCP - Simples. Quer exemplos de purgas (sim, purgas) destas no PCP? Em contrapartida, diga-me um exemplo (apenas um) em que um militante do PS (por exemplo um autarca) tenha sido expulso por divergir das orientações centrais do partido. Um exemplo, chega… Vá….
De Anónimo a 14 de Agosto de 2010 às 18:33
Dado que voltou a colocar o mesmo comentário, aqui vai a mesmissima referência que fiz anteriormente.
" Fiquei a saber: 1º - os comunas são loucos; 2º - os outros exímios democratas; 3º - os restantes um bandinho de tolos ingénuos. Quem é que quer enganar? Os militantes expulsos e auto-excluídos do PCP, salvo rarissímas excepções, passaram-se por oportunismo político, por razões de conveniência diversa, para o campo dos adversários, acabando por militar ou assumir funções políticas em outros partidos. Quer exemplos. Dou-lhe uns quantos: Zita Seabra; Raimundo Narciso; Zé Magalhães; José Judas; Pina Moura etc. Mas isto não é crime, nem nunca nenhum dirigente político do PCP disse que o era, apenas está em causa uma relação de confiança com o colectivo partidário e a violação dos respectivos estatutos. Em democracia é assim, quem quer aderir a um partido que respeita a ordem democrática tem de sujeitar-se a regras de funcionamento clarificadas nos estatutos. É assim em qualquer organização. E não é daí que vem mal ao mundo. A questão coloca-se quando a uns se aplicam os estatutos e a outros não se aplicam. Concretamente, no PS não se aplicaram os estatutos ao Manuel Alegre, quando em questões de principio estão em causa as mesmissimas atitudes. Mais, para um partido que associa a democracia interna ao direito de tendência, o sucedido é a discricionaridade completa, porque para uns existe a faculdade de se organizarem em função de tendências, para outros não lhes é permitido. Esta a questão fundamental. No PCP qualquer picuinhice é alvo de disparates mediáticos e conotações com stalinismos e outros ismos, relativamente aos outros partidos, bate tudo certo, porque sobre eles não recai qualquer suspeição. Quando são esses partidos os antros de discricionaridades, palcos de degladiação de interesses e de encenações neblosas de organizações secretas, como a maçonaria e a opus dei, que defendem tudo menos os interesses dos eleitores desses partidos. Finalmente, desde há pouco tempo tem vindo a lume algumas referências na imprensa, sobretudo aos tentáculos políticos e de poder da maçonaria, mas isso é apenas uma pontinha do imenso icebergue que está no escuro. Portanto meu caro, pense e leia sobre estes assuntos porque há muitas inverdades mal contadas e muitas mentiras bem contadas. " Para teimoso, teimoso e meio.
De Anónimo a 14 de Agosto de 2010 às 19:47
Repito, vocês comunistas serão loucos ou apenas vos dá jeito parecê-lo? Então acredita que estas expulsões no PS tiveram menos cobertura mediática do que as purgas no PCP no passado? Se calhar o seu mundo gira apenas em torno da comunicação social regional, onde, de facto, e compreensivelmente, as expulsões de Presidentes de Câmara comunistas despertaram grande interesse, o que não dá razão para inferir que o resto do mundo ande muito preocupado com o que se passa no PCP. Não seja pretensioso.

Em relação a contradições, elas no PS existem de facto, mas seria de esperar que o PCP fosse o último partido a trazer o tema à liça. Como pode o PCP, tão sério e coerente, por exemplo, desprezar a ocupação do Tibete pelos comunistas Chineses, mas estar imensamente preocupado com a ocupação Americana no Iraque e no Afeganistão?

Quanto a teorias da conspiração, tentáculos e relações com organizações obscuras, nunca questionou sobre a relação do seu querido e puro PCP com grupos terroristas como as FARC da Colômbia e outras organizações terroristas, ou, mesmo, sobre o modelo obscuro de financiamento do seu partido, alimentado por empresas criadas propositadamente para alimentar o partido com dinheiros públicos através de negociatas envolvendo Câmaras Municiais? Quer exemplos?
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 12:48
Por falar nisso, sabe que o ANC (Congresso Nacional Africano, de Nelson Mandela) ainda andava nessa lista das chamadas organizações terroristas??? Tenha tino !! Quem é que coloca os catálogos? Não serão outros que praticam terrorismo "de Estado"???
São mesmo uns santinhos vocês!!!
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 16:46
O Sr. pode repetir naturalmente o que lhe aprouver , no entanto, em relação à mediatização dos casos dos renovadores, das duas uma, ou na altura ainda andava de fraldas ou andava muito distraído. Porque foi efectivamente uma campanha infernal e, se se for rigoroso, de verdadeira tentativa de assassinato político do PCP, no âmbito de uma campanha anticomunista inigualável, considerando mesmo o tempo de Salazar, onde o anticomunismo era orquestrado de modo muito primário. Os comentadores de serviço faziam apostas sobre o tempo de sobrevivência do PCP, nem se quer se questionavam sobre as dinâmicas de sobrevivência do partido, espelhadas na sua histórica resistência antifascista , era um dado seguro que iria desaparecer. Desconheço efectivamente se o PCP tem ligações com as FARC da Colômbia, mas digo-lhe que é um movimento com o qual simpatizo, apesar de entender que os métodos utilizados podem não ser os mais correctos. E digo, podem não ser os mais correctos, porque não tenho a percepção do real contexto em que se insere a guerrilha colombiana, porque uma coisa é acompanhar a situação política sentado num qualquer sofá na Europa atrás de um televisor a mandar bocas com base naquilo que sentimos e à luz da nossa situação e cultura política, outra coisa é viver a repressão diária de um estado militarizado que chacina de forma avulsa cidadãos, destrói culturas e etnias inteiras de povos que têm a sua história milenar. Este, meu caro, é a justificação histórica de movimentos que têm tido presença na história da América Latina, desde Bolivar , Zapata , Garibaldi, Carlos Prestes, entre outros nacionalistas sul americanos. Mais recentemente, a perspectiva guevarista da luta armada, que inspira as FARC e o movimento Zapatista no México , com traços distintivos entre eles, têm a sua justificação histórica, e quem não reconhece isso engana-se permanentemente, quanto ao futuro imediato e ao futuro histórico da América latina. Relativamente à China, se não sabe deveria saber, porque caso contrário o que escreve não passam de meras bocas fortuitas , sempre o PCP teve discordâncias quanto à filosofia política adoptada pelos dirigentes chineses, agora nunca o fez na praça pública, mas sim nas relações entre os dois partidos. Em relação ao Tibete e ao Afeganistão são situações historicamente incomparáveis, pois de um lado estão conflitos históricos entre vizinhos, como de resto existem na Europa , e até muito próximo de nós na vizinha Espanha, com o domínio da nação castelhana em relação às outras nações ibéricas, cujo futuro colectivo ninguém , neste momento, arrisca um prognóstico, e outra coisa é o expansionismo imperialista dos Estados Unidos a defender interesses geoestratégicos , relacionados com o controle dos recursos naturais e a influência militar no mundo, caso do Afeganistão e Iraque. Portanto, não compare duas coisas que são incomparáveis, mesmo em termos de violência de conflitos. Com isto não quero dizer que existem conflitos justos e injustos, porque quando os povos não se entendem, normalmente interesses de dominação e supremacia estão em causa que naturalmente devem ser abolidos, os conflitos naturalmente, e não as diferenças, porque a essas os povos do nosso planeta deveriam ter esse direito alienável, facto que infelizmente nem os próprios regimes democráticos ocidentais têm presente, ou respeitam. Relativamente aos exemplos de financiamento do partido por parte de empresas e negociatas em autarquias, sinceramente isso que diz é pura desonestidade intelectual e política, portanto estaríamos conversados, isso não fosse publicidade enganosa. Dê exemplos. De uma coisa pode estar certo, as autarquias CDU, são as mais fiscalizadas de todas, se houvesse "rabos de palha" há muito que seriam badalados. No mandato do Dr. Francisco Santos houve cinco auditorias, é caso para perguntar, comparativamente, quantas auditorias teve Almodôvar e Ourique. Proferir as considerações que proferiu , é de um ridículo inexcedível.
De LUIS a 13 de Agosto de 2010 às 12:17
Ainda bem que assim pensa, pois eu concordo com tudo o que disse, no entanto esta muito esquecido do que realmente se passou no CDU aqui há alguns anos com os "renovadores"...foi uma vergonha! Agora espero esse tipo de raciocínio traga as mudanças necessárias para a actualização do partido mais retrogrado e desadequado a a realidade, pois todos os partidos fazem falta, agora desde que internamente funcionem...
De Anónimo a 14 de Agosto de 2010 às 20:24
Purgas comunistas no mundo: Mais de 100 milhões de assassinatos.


http://translate.google.pt/translate?hl=pt-PT&langpair=en%7Cpt&u=http://www.hawaii.edu/powerkills/COM.ART.HTM

Perto de vós, Hitler é um anjo...
De Anónimo a 14 de Agosto de 2010 às 21:46
Atenção aos comentadores e leitores deste blog!!!
Dá-me ideia Estão a colocar este blog e o seu autor num patamar ao qual não pertencem.
Este blog pertence às categorias de pantomina, intrujice, fatal de ética, logro e serve também de alimento a um ego mal formado, e como tal deve ser comentado e lido dentro desse teor.

De Anónimo a 14 de Agosto de 2010 às 23:18
Está preocupado com o que é escrito neste blog e isso nota-se muito. Tome Renni que isso passa.
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 14:42
O seu défice intelectual não lhe permitiu compreender o que foi escrito? Quer que faça um desenho?
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 17:17
Sabe o que na realidade as suas palavras escritas representam? Dor de cotovelo, porque neste blogue há comentários de uma análise política e histórica que não se vê em outros pretensiosos blogues da nossa praça, que não passam de pseudo veículos comunicacionais de autopromoção, sem profundidade de análise resumindo-se a conteúdos, ou superficiais, ou banais, ou mesmo estupidificadores, que não acrescentam nada a ninguém. Aliás, houve comentários da parte desses senhores, que inclusivamente afirmaram que "comentários não são artigos de opinião", devido à extensão dos respectivos textos. Isso demonstra a pobreza desses senhores na argumentação, refugiando-se na calúnia e na má-criação, para além das futilidades que os seus blogues com notoriedade traduzem. Aliás, uma das críticas que faço a este blogue é o facto de não apresentar exposições de fundo que sirvam para maior debate ideológico. Fica o conselho de um frequentador deste espaço, e faço votos que mantenha o anonimato, porque ao contrário de comentários que o apelidam de falta de coragem, o que esses néscios queriam é personificar ideias e a partir daí lavarem roupa suja no espaço público virtual, desviando a atenção do conteúdo para a forma. Farto de etiquetas estamos nós, o que deve ser central é debater ideias, independentemente de serem de direita, esquerda ou centro, com actualidade e pertinencia.
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 12:40
A RENIE há 10 meses que está esgotada em Beja?
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 12:50
Mas assim que encontre, compre e compre muito porque daqui a uns tempos pode vir a precisar para si e para muitos amigos seus!
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 18:48
Nesta coisa da politica, o que o Povo precisa é que os políticos se purguem uns aos outros! O Srs. da politica deveriam era ir todos lavar chão. O País e a região precisam é de pessoas que façam, que executem. O tema deste post só mostra para que realmente a politica serve. Para nada!! Enquanto discutem quem expulsou quem e o meu partido expulsa e o teu não, nada se faz ou diz que preste, como de costume...
As pessoas com valor e com capacidade de fazer, fogem destes ninhos de ratos, movidos por interesses e compadrios e fortemente povoado de icompetentes. TODOS OS PARTIDOS SEM EXECPÇÃO!! Enquanto assim fôr, não temos futuro...
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 19:52
Pois, já Salazar pensava assim! "não se preocupem com a política, porque para isso estamos cá nós" atenção, para os mais perspicazes, isto não é tradução literal.
Já agora, que conceito tem você de(a) política? e já agora onde tem um exemplo de país governado por essa "casta de não políticos" ?
Pelos vistos é daqueles que nem votam, e depois andam a queixar-se!!!!
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 20:52
Desde a maioridade só não votei no 1º referendo do aborto porque estava ausente do pais.
Quanto ao Salazar, não comento. Não é do meu tempo, e pouco sei sobre ele além do dizem as histórias dos mais velhos. Preocupa-me mais o presente e futuro do que o passado.
O meu conceito de politica, de um modo genérico, provavelmente será o mesmo que o seu. A forma como é praticada é que deve ser diferente. O que não gosto da politica Portuguesa, é a forma como os seus "profissionais" a exercem.
os países nordicos são governados por políticos, mas lá, o conceito de politica e de sociedade é bem diferente do nosso. Sou da opinião que Portugal é um país ingovernável devido à cultura enraizada nas pessoas .Como o exemplo vem de cima, as perspectivas de ir alterando esta cultura não são nada animadoras.
De José Silva a 15 de Agosto de 2010 às 22:26
Apreciei a sua resposta, sobretudo a forma elevada como o fez. Assim, é possível estabelecer debate. Permita-me que comente aquilo que referiu. Em primeiro lugar, devo dizer-lhe que infelizmente para mim e felizmente para o Sr. conheci razoavelmente bem o fascismo, quer em termos políticos, quer em termos culturais e ideológicos, dado que a componente económica e financeira não é para o efeito aqui referenciada. Mas, não é preciso ter vivido naquele regime para ter uma ideia do que foi, e você tem essa ideia. Referiu e bem a partir de histórias dos mais velhos, é um bom indício, no entanto também o é a história, que não é mais do que conhecer o passado colectivo da humanidade, nesta sua procura incessante por melhorar as condições de vida e procurar caminhos rumo ao desenvolvimento, não só material, mas imaterial, nas suas diversas personificações. A esta saga não escapa a evolução das sociedades humanas, ao contrário daqueles que querem fazer passar a ideia de que a história acabou, não fazendo mais do que defender o sistema societário prevalecente. Naturalmente que se enganam, porque a evolução é uma condição universal e aplica-se a tudo o que existe. Daí discordar consigo quando afirma "Preocupa-me mais o presente e futuro do que o passado". A percepção de que a humanidade tem normalmente do presente, afecta-nos de forma directa, enquanto seres colectivos, pois leva-nos a transportar a marca de uma intemporalidade que se aplica, não tanto ao individuo, mas ao ser grupal e colectivo que é. No plano individual é uma ilusão, mas é esta consciência societária que faz de nós arquitectos também individuais do universo mais próximo. O que seria da Humanidade se os seus seres constituintes apreendessem exclusivamente a sua passagem por este mundo como apenas é de facto, e não mais do que isso, um simples momento efémero . O resultado poderia provavelmente traduzir-se numa evolução amputada, porque o homem pensaria exclusivamente em um legado para o seu período de vida existencial. É esta ilusão que temos na nossa constituição de seres societários e que sentimos, diria de acepção à imortalidade, que nos impulsiona, enquanto indivíduos, para a realização de obras magnificas e notáveis que constituem legados à intemporalidade. Neste sentido, o nosso presente é como se não existisse, porque não corresponde senão a um instante entre o passado e o futuro e é, sobretudo, por isso que o passado não deve ser olvidado, mas deve estar sempre presente para entendermos a actualidade e compreendermos as tendências de futuro. É esta base essencial de apreensão do mundo que constitui, em si, uma personificação política e um valor civilizacional que as sociedades capitalistas querem a todo o custo ofuscar, para manter a grande massa dos seres humanos alienados e a acepção a uma realidade efectiva privilégio de uns quantos, que são, no entender dos ideólogos burgueses, a elite esclarecida predestinada ao exercício do poder. É evidente que isto constitui uma abstracção sobre a génese da superstrutura burguesa, porque na prática as relações entre os indivíduos nas sociedades ocidentais aparentam ser transparentes e as oportunidades acessíveis a todos, mas isto não passa de uma ilusão platónica, porque a realidade é bem diferente. Deste reconhecimento estruturante à aceitação do conceito marxista de luta de classes - conceito profundamente atacado pelos ideólogos burgueses e que é visto como o pecado original da política -, é um passo. É por esta razão que o conhecimento do passado é tão importante e indissociável de um exercício de cidadania esclarecido. Também é por esta razão que há mistificações sobre a história, resultantes de manipulações ao nível da interpretação sobre as ocorrências históricas. Quem faz essas mistificações e manipulações, naturalmente a superstrutura burguesa, personificada no estado burguês, para conter a lucidez social e incentivar a alienação da sociedade. Por isso, é importantíssimo o conhecimento do passado para a interpretação política do presente e para que na sociedade haja protagonismo activo como elemento transformador. O conhecimento do passado, de vários modos (oral ou escrito) tem dado uma boa ajuda nos processos de transformação das sociedades, desde as comunidades pré-históricas até ao capitalismo.
De Anónimo a 15 de Agosto de 2010 às 23:08
Bem, isto é que foi resposta! :)
Quando digo que não me preocupo com o passado, não significa que o mesmo não seja importante, nem que não lhe preste nenhuma atenção! Simplesmente há quem estude esses assuntos e o Sr. parece ser um deles. Pessoalmente, o olhar mais para o futuro é uma forma minha de encarar a vida. O passado está escrito e não o posso mudar, já em relação ao futuro, sempre posso dar o meu contributo.
De José Silva a 16 de Agosto de 2010 às 02:43
Obrigado pela atenção que se dignou despender ao ler o texto que produzi e, sinceramente, congratulo-me com a sua forma de pensar.

Comentar post

»Contacto

bejahoje@sapo.pt

»mais sobre mim

»pesquisar

»Agosto 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
26
27
28
29
30
31

»posts recentes

» Regresso para breve, ou t...

» A Piscina de Beja

» Coisas que se resolveram*...

» Coisas que se resolveram*...

» Coisas que se resolveram*...

» Coisas que se resolveram*...

» Coisas que se resolveram*...

» Enxurrada em Beja...

» Beja Capital das contas c...

» Porque o dia 5 de Junho e...

»arquivos

» Agosto 2011

» Junho 2011

» Maio 2011

» Abril 2011

» Março 2011

» Fevereiro 2011

» Janeiro 2011

» Dezembro 2010

» Novembro 2010

» Outubro 2010

» Setembro 2010

» Agosto 2010

» Julho 2010

» Junho 2010

» Maio 2010

» Abril 2010

» Março 2010

» Fevereiro 2010

» Janeiro 2010

blogs SAPO

»subscrever feeds